domenica 5 aprile 2026

QUASI PASQUALE (quasi d'amore)

 

NEL MIO PICCOLO.

Una Poesia QUASI PASQUALE (quasi d'amore)



una poesia (molto) liberamente tratta (scopiazzata) da Quasimodo, il gobbo di Notredame: Ai Fratelli Cervi, alla loro Italia (cercatela che è bellissima, cercatevela).


Ma anch'io scrivo ancora Parole d'amore,

lettere d'amore alla mia terra,

terra sempre sui social e un po' distratta e un po' analfabeta

di ritorno.

Terra che è tutta la terra

e no solo un pezzettino con le guardie,

il muro

e il filo spinato tutt'intorno.

Scrivo parole d'amore ai fratelli Cervi e no alle stelle dell'orsa,

né alle belle tette, le gambe lunghe,

o alle tante bocche rifatte

o da rifare,

né ai macchinoni, ai dollaronio ad altri svariati oni.

In vero dove capita,

invero un po' alla cavolo,

ma anch'io ancora parole d'amore

scrivo t'amo sulla sabbia

e con gli acquerelli diretto sul mare.

Con pastelli colorati su tutte le tonalità di grigio

degli odierni grigi arcobaleni.

Con i piedi per terra e la testa per aria

e quindi il collo tuttooooo...

sui muri, sull'erba, nel vento.

Sfocato e veloce sui tram

con più comodo sui treni che tanto

è sempre in ritardo.

Su sedie, su poltrone, sul divano

letto che spero rileggerete ancora e ancora.

Scrivo parole d'amore per terra,

per aria,

per bene,

Sulla fronte dei passanti,

prima che passino, vabbè sulla nuca

dopo.

Sulle fronti e soprattutto sui fronti

sui fronti di queste guerre decise sempre dall'alto

e combattute, fatalità, sempre dal basso.

Sulle piazze, sulle pizze, sulle puzze,

sui palazzi e pure sui pazzi

che riformati non fanno le guerre,

sui soldati sani che, pazzi,

invece le fanno.

Sui traditori, sui disertori,

sugli obiettori e i loro

puri cuori.

Insomma

per scrivere,

scrivo e scrivo

e scrivo e magari,

qualcuno,

qualcuno le leggerà.

Chissà...

...ma intanto...

...intanto io scrivo



QUASI PASQUALE (quase de amor)



um poema (muito) livremente inspirado (copiado) de Quasimodo, o corcunda de Notre-Dame: «Aos Irmãos Cervi, à sua Itália» (procurem-no, é lindo, procurem-no).



Mas também eu continuo a escrever Palavras de amor,

cartas de amor à minha terra,

terra sempre nas redes sociais e um pouco distraída e um pouco analfabeta

de regresso.

Terra que é toda a terra

e não apenas um pedacinho com guardas,

o muro

e o arame farpado à volta.

Escrevo palavras de amor aos irmãos Cervi e não às estrelas da Ursa,

nem aos seios bonitos, às pernas longas,

ou às tantas bocas refeitas

ou por refazer,

nem aos carros grandes, aos dólares e a outros vários «ones».

Na verdade, onde quer que seja,

na verdade, um pouco ao acaso,

mas também eu, ainda palavras de amor,

escrevo «amo-te» na areia

e com aguarelas, diretamente no mar.

Com lápis de cor em todos os tons de cinzento

dos atuais arco-íris cinzentos.

Com os pés no chão e a cabeça no ar

e, portanto, o pescoço todooooo...

nas paredes, na relva, ao vento.

Desfocadas e rápidas nos elétricos,

com mais comodidade nos comboios, já que

estão sempre atrasados.

Em cadeiras, em poltronas, no sofá-cama

que espero que voltem a ler vezes sem conta.

Escrevo palavras de amor no chão,

no ar,

para o bem,

Na testa dos transeuntes,

antes de passarem, bem, na nuca

depois.

Nas testas e sobretudo nas frentes

nas frentes destas guerras sempre decididas lá de cima

e travadas, fatalidade, sempre lá de baixo.

Nas praças, nas pizzas, nos cheiros,

nos palácios e até nos loucos

que, reformados, não fazem guerras,

nos soldados sãos que, loucos,

em vez disso, as fazem.

Sobre os traidores, sobre os desertores,

sobre os objetores e os seus

corações puros.

Enfim,

para escrever,

escrevo e escrevo

e escrevo e talvez,

alguém,

alguém as leia.

Quem sabe...

...mas entretanto...

...entretanto eu escrevo

martedì 3 marzo 2026

Soldati: la bella guerra

Si, non è propriamente nel mio stile stiloso, ma conto sulla vostra pazienza e comprensione.

Soldati: la bella guerra 

Che cazzo ci fanno i soldati?
Che cazzo ci fanno i soldati 
in guerra?
Che cazzo ci fanno i soldati 
in guerra a fare la guerra?
Che io in guerra manderei 
i bambini.
Ci manderei bambini 
meglio con una palla.
I bambini 
meglio con i colori,
che sono belli i bambini 
che giocano a palla,
che colorano con i colori.
E allora si che sarebbe una bella 
guerra.
Più bella della guerra 
con i soldati 
che uccidono i bambini 
che non più giocano,
che non più colorano...
Che cazzo ci fanno i soldati!?!




Sim, não é bem o meu estilo elegante, mas conto com a vossa paciência e compreensão.

Soldados: a bela guerra 

Que raio fazem os soldados!
Que raio fazem os soldados 
na guerra!
Que raio fazem os soldados 
na guerra para fazer guerra!
Que eu na guerra mandaria 
as crianças.
Mandaria crianças 
melhor com uma bola.
As crianças 
melhor com as cores,
que são bonitas as crianças 
que brincam à bola,
que pintam com as cores.
E então sim, seria uma bela 
guerra.
Mais bonita do que a guerra 
com os soldados 
que matam as crianças 
que já não brincam,
que já não pintam...
Que raio fazem os soldados!?!

giovedì 5 febbraio 2026

Chi avrebbe mai potuto dirlo...

Si solito non pubblico così spesso, però questa mi piace troppo per temermela per me...



Va bene , gli occhioni...

E le orecchie...

Si certo: i denti...

Ma io davvero credevo che 

era la nonna

Il lupo...

Chi avrebbe mai potuto dirlo...

Si va bene,

un po' pelosa, magari...

Però dai...

...boh!


Tudo bem, os olhos grandes...

E as orelhas 

Sim, claro: os dentes...

Mas eu realmente acredito 

que era a avó

O lobo...

Quem poderia imaginar...

Sim, tudo bem,

 um pouco peluda...

Mas, vamos lá...

...sei lá!