In questo posto,
Visto il posto,
Ho trovato il mio posto
Nell'essere fuori posto
e che comodo che ci sto!
...a posto
Neste lugar,
Visto o lugar,
Encontrei o meu lugar
No facto de estar deslocado
e como me sinto bem aqui!
...no meu lugar!
Io sono il mio poeta rock preferito, e questo ha niente a che fare con i miei pessimi gusti ...credo. un blog di Poesia
In questo posto,
Visto il posto,
Ho trovato il mio posto
Nell'essere fuori posto
e che comodo che ci sto!
...a posto
Neste lugar,
Visto o lugar,
Encontrei o meu lugar
No facto de estar deslocado
e como me sinto bem aqui!
...no meu lugar!
Marabellamente me
Non per vantarmi, ma davvero, l'unica cosa brutta di mia moglie è suo marito.
...e non è nemmeno bigama
Não é por me gabar, mas a única coisa feia na minha mulher é o próprio marido.
...e ela nem sequer é bigama
Sono più brillante dell'acqua,
Più solare della crema,
Più dolce del forno...
No vabbè...
Ho esagerato...
... più dolce del forno...
... esagerato
Sou mais brilhante do que a água,
Mais radiante do que a creme,
Mais doce do que o forno...
Não, pronto...
Exagerei...
... mais doce do que o forno...
... exagerei
O «forno doce» era um brinquedo italiano para meninas, da época em que eu era pequeno
La domanda non è tanto, ma si mangia con la poesia?
Ma piuttosto: con la poesia si beve?
Cerchiamo di no... Non...
Dai ragazzi!
A questão não é tanto: «com a poesia come-se?»,
mas sim: «com a poesia bebe-se?»
Vamos tentar não... Não...
Vá lá, pessoal!
NEL MIO PICCOLO.
Una Poesia QUASI PASQUALE (quasi d'amore)
una poesia (molto) liberamente tratta (scopiazzata) da Quasimodo, il gobbo di Notredame: Ai Fratelli Cervi, alla loro Italia (cercatela che è bellissima, cercatevela).
Ma anch'io scrivo ancora Parole d'amore,
lettere d'amore alla mia terra,
terra sempre sui social e un po' distratta e un po' analfabeta
di ritorno.
Terra che è tutta la terra
e no solo un pezzettino con le guardie,
il muro
e il filo spinato tutt'intorno.
Scrivo parole d'amore ai fratelli Cervi e no alle stelle dell'orsa,
né alle belle tette, le gambe lunghe,
o alle tante bocche rifatte
o da rifare,
né ai macchinoni, ai dollaronio ad altri svariati oni.
In vero dove capita,
invero un po' alla cavolo,
ma anch'io ancora parole d'amore
scrivo t'amo sulla sabbia
e con gli acquerelli diretto sul mare.
Con pastelli colorati su tutte le tonalità di grigio
degli odierni grigi arcobaleni.
Con i piedi per terra e la testa per aria
e quindi il collo tuttooooo...
sui muri, sull'erba, nel vento.
Sfocato e veloce sui tram
con più comodo sui treni che tanto
è sempre in ritardo.
Su sedie, su poltrone, sul divano
letto che spero rileggerete ancora e ancora.
Scrivo parole d'amore per terra,
per aria,
per bene,
Sulla fronte dei passanti,
prima che passino, vabbè sulla nuca
dopo.
Sulle fronti e soprattutto sui fronti
sui fronti di queste guerre decise sempre dall'alto
e combattute, fatalità, sempre dal basso.
Sulle piazze, sulle pizze, sulle puzze,
sui palazzi e pure sui pazzi
che riformati non fanno le guerre,
sui soldati sani che, pazzi,
invece le fanno.
Sui traditori, sui disertori,
sugli obiettori e i loro
puri cuori.
Insomma
per scrivere,
scrivo e scrivo
e scrivo e magari,
qualcuno,
qualcuno le leggerà.
Chissà...
...ma intanto...
...intanto io scrivo
QUASI PASQUALE (quase de amor)
um poema (muito) livremente inspirado (copiado) de Quasimodo, o corcunda de Notre-Dame: «Aos Irmãos Cervi, à sua Itália» (procurem-no, é lindo, procurem-no).
Mas também eu continuo a escrever Palavras de amor,
cartas de amor à minha terra,
terra sempre nas redes sociais e um pouco distraída e um pouco analfabeta
de regresso.
Terra que é toda a terra
e não apenas um pedacinho com guardas,
o muro
e o arame farpado à volta.
Escrevo palavras de amor aos irmãos Cervi e não às estrelas da Ursa,
nem aos seios bonitos, às pernas longas,
ou às tantas bocas refeitas
ou por refazer,
nem aos carros grandes, aos dólares e a outros vários «ones».
Na verdade, onde quer que seja,
na verdade, um pouco ao acaso,
mas também eu, ainda palavras de amor,
escrevo «amo-te» na areia
e com aguarelas, diretamente no mar.
Com lápis de cor em todos os tons de cinzento
dos atuais arco-íris cinzentos.
Com os pés no chão e a cabeça no ar
e, portanto, o pescoço todooooo...
nas paredes, na relva, ao vento.
Desfocadas e rápidas nos elétricos,
com mais comodidade nos comboios, já que
estão sempre atrasados.
Em cadeiras, em poltronas, no sofá-cama
que espero que voltem a ler vezes sem conta.
Escrevo palavras de amor no chão,
no ar,
para o bem,
Na testa dos transeuntes,
antes de passarem, bem, na nuca
depois.
Nas testas e sobretudo nas frentes
nas frentes destas guerras sempre decididas lá de cima
e travadas, fatalidade, sempre lá de baixo.
Nas praças, nas pizzas, nos cheiros,
nos palácios e até nos loucos
que, reformados, não fazem guerras,
nos soldados sãos que, loucos,
em vez disso, as fazem.
Sobre os traidores, sobre os desertores,
sobre os objetores e os seus
corações puros.
Enfim,
para escrever,
escrevo e escrevo
e escrevo e talvez,
alguém,
alguém as leia.
Quem sabe...
...mas entretanto...
...entretanto eu escrevo